A avaliação
Você paga uma taxa e recebe uma conta com meta de lucro e dois limites de perda. Passar significa chegar à meta sem furar nenhum dos dois no caminho.
Futuros de cripto · contas de mesa
Todo desafio de prop firm tem dois limites de perda, e os dois contam prejuízo flutuante. Encostar por um segundo já é violação permanente. É sobre operar dentro disso que a gente escreve aqui.
O modelo
Você não está pedindo dinheiro emprestado nem abrindo conta em corretora. Está comprando uma avaliação.
Você paga uma taxa e recebe uma conta com meta de lucro e dois limites de perda. Passar significa chegar à meta sem furar nenhum dos dois no caminho.
Aprovado, você opera o dinheiro da mesa. O tamanho da conta deixa de depender do que você conseguiu juntar e passa a depender do que você consegue repetir.
O lucro é repartido no percentual do contrato. O prejuízo é da mesa — o seu já foi pago lá atrás, na taxa.
Seu risco máximo é o valor da taxa. Em troca, uma única violação encerra a conta na hora, com lucro na tela e tudo.
A matemática
A parte interessante de uma mesa não é o capital. É o formato do risco: o seu prejuízo máximo é um número conhecido antes de você abrir a primeira posição.
Números redondos para a conta fechar. Troque pelos do seu desafio.
Para levar esses mesmos US$ 1.600 na sua própria conta, com o mesmo retorno de 4%, você precisaria de US$ 50.000 seus expostos ao mercado. Aqui o que fica exposto são US$ 300. É essa a troca: você compra o direito de operar um capital que não precisa possuir, e o preço é fixo, à vista e conhecido antes de começar.
O que isso não quer dizer é que seja dinheiro fácil. A taxa só é barata se você passa. Se a sua aprovação é de uma em cada quatro tentativas, o custo real de uma conta financiada é quatro taxas, não uma — e essa é a conta honesta a fazer antes da primeira.
O tamanho também não é livre. Três por cento de perda diária em US$ 50.000 são US$ 1.500, e é esse número — não o saldo — que decide o seu risco por operação. Uma conta maior não autoriza risco maior: ela só muda a escala do mesmo percentual.
O que quebra uma conta
As duas regras medem equity, não saldo fechado: o prejuízo flutuante de uma posição aberta já conta. É por isso que “ia voltar” nunca foi argumento.
limite 1
Um percentual sobre o saldo do início do dia em UTC. Zera toda meia-noite, e é o limite que pega quem tenta recuperar prejuízo na mesma sessão.
limite 2
O piso absoluto da conta. Não zera nunca, e a forma como ele é calculado decide o que acontece com o lucro que você já fez.
O drawdown vem em duas formas, e a diferença entre elas decide se o seu lucro vira folga permanente ou evapora na primeira correção.
Percentuais dos formatos mais comuns, para dar escala. O número que vale é o declarado no seu desafio — a Propr publica os dois por fase, e é de lá que a gente lê.
A mesa que a gente usa
Não somos afiliados nem indicados por ela. São quatro motivos que dá para conferir sozinho, antes de pagar qualquer coisa.
Cada desafio declara os próprios percentuais de perda diária e de drawdown, e se o drawdown é estático ou móvel. Dá para ler o limite antes de assinar em vez de descobrir no dia em que a conta morre.
O piso sai do saldo inicial e fica lá. É a diferença desenhada acima: o lucro que você faz não é emprestado de volta para a regra.
Ordem, posição, stop e alvo são acessíveis por chave de API. É a razão técnica de tudo que está na seção seguinte existir: sem isso, checar limite antes de abrir seria trabalho manual às três da manhã.
O Free Trial roda com as mesmas regras de uma conta paga. É o jeito honesto de descobrir se o seu tamanho de posição cabe dentro dos limites — antes de comprar a resposta.
Na prática
Dentro do servidor, uma entrada publicada não vira ordem direto. Passa por um bot que mede a folga que sobrou nos seus dois limites e calcula o tamanho pelo seu risco — não pelo de quem publicou.
Uma entrada é publicada com preço, stop e alvo.
A perda no stop é comparada com a folga do seu dia e do seu drawdown.
A quantidade sai do seu R. Você define quanto vale 1R.
Stop e alvo movidos depois são refeitos na sua conta.
O fechamento vira R pelo PnL da corretora, com taxas dentro.
Cabe nos dois limites. A ordem sai dimensionada em 1R.
Bater o stop furaria o dia em US$ 24. A ordem não é enviada, e o motivo vem em número.
Sem conseguir determinar um dos dois pisos, a avaliação falha fechada: sem saber a folga, não se abre trade.
Quem publica
Cada um publica no próprio canal. Dentro do servidor você escolhe quais quer acompanhar e só é avisado desses — o resto continua visível, em silêncio. Quem são eles fica lá dentro.
Amostra ilustrativa do formato — não é o feed ao vivo, e as perdas estão aí porque elas existem. O resultado sai em R para que o número signifique a mesma coisa independentemente do tamanho da sua conta.
O servidor
Os canais, os alertas, a automação e as conversas sobre o que deu errado ficam lá. A entrada é livre; os canais de alerta e a execução automática são para assinantes, e isso se resolve lá dentro.
Servidor em português. Se você ainda não tem conta em mesa nenhuma, comece pelo Free Trial da Propr e volte depois — a leitura acima vale mais com uma conta aberta na frente.